Ave, Maria, cheia de graça
Que as palavras se deitem
no silêncio,
onde a graça se derrama,
não em cascatas, mas em
orvalho
sobre a alma que se
inclina.
Maria,
um nome sussurrado,
um eco de luz
no azul profundo.
Não há rima para a
plenitude,
nem métrica que contenha
a imensidão do ser
cheio de graça.
É um cântico que
transcende o som,
uma presença que preenche
o ar,
o toque suave da
eternidade
em cada inspiração.

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