Bendita sois vós entre as
mulheres
Nas linhas do tempo,
onde a força se dobra
e a graça se revela,
uma voz se ergue, serena e
profunda.
Bendita,
não por decreto ou
lamento,
mas pela essência que
irradia,
o brilho que se acende
no centro do ser.
Sois vós,
em meio ao murmúrio,
ao riso, à dor,
a calma que floresce,
a raiz que sustenta.
Entre as mulheres,
em um jardim de vozes,
de destinos entrelaçados,
a sua luz se distingue,
não para ofuscar, mas para
iluminar.
Uma melodia que não se
ouve,
mas se sente,
na resiliência que
inspira,
na compaixão que acolhe,
no amor que transcende.
No tecer da vida,
a sua presença é um verso,
um cântico sem rima,
que ressoa na eternidade.

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